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O dia em que rasguei o roteiro para encontrar minhas raízes

 De Lisboa a Paris: o que os trilhos me ensinaram sobre controle e liberdade. Eu sempre fui um homem de planos. Meses antes da minha primeira viagem internacional, eu já havia traçado cada linha, cada conexão, cada horário. O roteiro era uma obra de engenharia, quase um DRE da alma: entradas, saídas e resultados esperados. Mas a vida, assim como a boa música, guarda os melhores acordes para o improviso. Cheguei a Lisboa e a cidade me deu um "xeque-mate". O roteiro dizia "vá para lá", mas as ruas me puxavam para "cá". Foi ali que tomei a decisão mais arriscada e libertadora da viagem: rasguei parte do roteiro. Decidi que não seria um turista cumprindo tabela; eu seria um viajante em busca de sentido. "Se você gosta dessa adrenalina de não saber exatamente o que o destino reserva, o Flykube   é o parceiro ideal. Eles organizam viagens surpresa onde o destino só é revelado pouco antes. É para quem, como eu, gosta de rasgar o roteiro." Troquei o plan...

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