Da Baixa ao Chiado

As águas da Baixa
No outubro molhado
Cantam fado no túnel cinza
Nas escadarias do Chiado.

A Santa Ajuda do Bairro Alto
Já não desfilam os atores
As sardinhas na brasa
Soltam fumaça no asfalto.

Os bondes sobem lentos
Olho da janela do castelo
A vista do Tejo aumenta
Com os barcos a seus ventos

As filas já tomam conta
Já tomaram a rua do ouro
Mas se fugir para Belém
Recomeça o faz de conta.
nas não parei em Lisboa, segui viagem, leia aqui

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