Outra reflexão do ano novo.
Medimos a felicidade do outro pela nossa.
Disto não há como fugir. Tanto alegria ou tristeza. Nossos critérios não são únicos.
Nossa impressão sobre a expressão do outro é tão subjetiva quanto um sorriso com lágrimas.
Não se engane. Quem está sempre rindo ou sempre sério não está necessariamente triste ou contente.
Como diz a música. Cada um sabe a tristeza e alegria que carrega no peito.
Paraísos Artificiais
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