AR MAIS LEVE, O VENTO SOPRA SEM CORTAR,
IMPONÊNCIA NO ANDAR DE COSTAS AO ARCO,
CAVALOS BRAÇOS E ESPADAS A GUARDAR O TEJO.
POMBAS, BARBAS E BARCOS
A ESPERAR
CARROS MARCAS VELHOS
GENTE GENTE DE TODA PARTE SEMPRE
PROCURARAM TATO DESCOBRIR
QUE HOJE SÃO DSCOBERTOS AOS MONTES
DE BONDES AOS BORBOTÕES
MAS SÃO MUITOS A ENCONTRAR MOUROS
E TANTOS OUTROS É FÁCIL ACHAR
PORTUGUESES
SÓ AO MAR
24 de out. de 2011
22 de out. de 2011
Zarpando
Fernando Pessoa na mochila, amanhã é dia de cruzar o Atlântico e aportar em Lisboa, primeira parada, Baixa.
18 de out. de 2011
Sem Escalas
O vilão se despede,
o vilão vai embora
o vilão se esconde
o vilão é vilão?
quem é vilão ?
casa comigo?
villanus
herege
apócrifo
Island
de novo?
Floripa
o quê?
sem nexo mesmo a vida, mas nexo causal? verbo modal what a fuck,
mas será possível.
confusão.
distração
.]pulsação
não chega nunca esse avião...
o vilão vai embora
o vilão se esconde
o vilão é vilão?
quem é vilão ?
casa comigo?
villanus
herege
apócrifo
Island
de novo?
Floripa
o quê?
sem nexo mesmo a vida, mas nexo causal? verbo modal what a fuck,
mas será possível.
confusão.
distração
.]pulsação
não chega nunca esse avião...
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