Olho em volta e não me vejo. É tanta e são tantas paisagens, objetos, vistas irreias, horizonte a pleno no balanço e na percussão que os trilhos fazem nas rodas do trem. Planície cinza verdejante.
O outono de perto é mais que um rio, é maior que o mar... maior que todos os prantos.
16 de nov. de 2011
1 de nov. de 2011
Dia das fartas colheitas
ONTEM ESTIVE EM UMA TABERNA CELTA OU TERÁ SIDO EM UM BARCO VIKING
O PODER DA MADEIRA E DE SEUS SONS
BATENDO COM OS COPOS E AS PALMAS
ENTOANDO CÂNTIGOS MILENARES.
FOLHAS ESPALHADAS AO CHÃO, IRLANDESES, WHISKY, BEERS.
CELEBRANDO MAIS UMA VEZ O CULTO DAS TERRAS DO NORTE
QUE CENÁRIO
O'GILLINS IRISH PUB
O PODER DA MADEIRA E DE SEUS SONS
BATENDO COM OS COPOS E AS PALMAS
ENTOANDO CÂNTIGOS MILENARES.
FOLHAS ESPALHADAS AO CHÃO, IRLANDESES, WHISKY, BEERS.
CELEBRANDO MAIS UMA VEZ O CULTO DAS TERRAS DO NORTE
QUE CENÁRIO
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30 de out. de 2011
Lisboa
Haja pernas, haja olhos.
Lisboa de cSintra e da Baixam de sons Chiados e docas
Parques, águas e conviscotes
Há tantos e tantos de longe e de perto
Por certo que nesse cais há um ímã
Não cheguei ao Porto, mas com o peso
desta âncora me arrasto para perto e não quero sair...
Cores gostos e cheiros
mapas trilhos e pontes
Reis duques e condes
Letras prosas e contos
Tudo tem arte e tem nome
cada casa tem placa e cada
pedra tem um corte
e os azulejos tem fome do branco
praças e bancos.
Esta cidade é um encanto, em cada canto.
Lisboa de cSintra e da Baixam de sons Chiados e docas
Parques, águas e conviscotes
Há tantos e tantos de longe e de perto
Por certo que nesse cais há um ímã
Não cheguei ao Porto, mas com o peso
desta âncora me arrasto para perto e não quero sair...
Cores gostos e cheiros
mapas trilhos e pontes
Reis duques e condes
Letras prosas e contos
Tudo tem arte e tem nome
cada casa tem placa e cada
pedra tem um corte
e os azulejos tem fome do branco
praças e bancos.
Esta cidade é um encanto, em cada canto.
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