sou vinho, sou pasto, sou vento gasto pelas cercanias.
sou caminho, rastro de patas e gotas de chuva
animal de pelo domado sem arreios
sou um contra o sol.
peralta de alma nascido em Cruz Alta
meu mato é o barranco, os trilhos
meu campo, minhas vozes
são dós de tantos hermanos
que não ouviram meu canto
de saudade dos meus avós
17 de jul. de 2012
3 de jun. de 2012
16 de abr. de 2012
Hoje nem sempre é
um dia me sumiram o corpo
um dia me sumiram os encontros
um dia me sumiram os ombros
um dia me sumiram todos
aquele dia é hoje
e hoje a vida segue no trilho
nos vagões abandonados
nos trilhos empilhados
nas pontes carcumidas
ontem dava tempo
ontem teve jeito
ontem o tempo passou leve
ontem passou rápido
sem mais tempo de hoje acabar
segue o rastro que amanhã
encontro o caminho
um dia me sumiram os encontros
um dia me sumiram os ombros
um dia me sumiram todos
aquele dia é hoje
e hoje a vida segue no trilho
nos vagões abandonados
nos trilhos empilhados
nas pontes carcumidas
ontem dava tempo
ontem teve jeito
ontem o tempo passou leve
ontem passou rápido
sem mais tempo de hoje acabar
segue o rastro que amanhã
encontro o caminho
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