Já ouvi de psicóloga que é impossível se colocar no lugar do outro.
O que é possível é respeitar aquilo que não vemos. Dar tempo para que o mar acalme e o vento mude.
Fico pensando nas lutas internas que se passam na mente dela.
De ter que enfrentar sozinha, sem ajuda externa, algo que pode ser devastador, mas resignificante ao mesmo tempo.
A dor é comum a todos e a maneira de emergir dela é de cada um.
Por isso, sigo mentalizando boas energias, faço minhas preces, para que seja o mais leve e rápido possível esse momento. Que o sorriso volte.
Que o reflexo do sol no mar invada seus olhos
E que a areia, testemunha do meu pedido, lá no distante 2024, mostre a ela, a clareza de pensamento, do que aquele momento signficou e significa em nossas vidas.
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