QUANDO TUDO ESTÁ DE CABEÇA PRA BAIXO PENSAMOS NO FIM
QUANDO ESTÁ CERTO PENSAMOS PRA BAIXO
ESTAR TÃO SEGURO NÃO SEGURA A ONDA DE NINGUÉM
FICAR PENSANDO DEMAIS TAMBÉM NÃO RESOLVE
SE ENTREGAR? NEM MORRENDO.
PORTANTO DEIXE-SE LEVAR DEIXA A VELA SOPRAR
DEIXE A ONDA ACERTAR A COSTA E QUEM SABE
VOCÊ NÃO ENCALHE EM ALGUMA ILHA
PERDER A VEZ OU A SORTE NÃO É RARO
ESTAR PRESO NO PENSAMENTO OU NA VIDA
NÃO TEM DIFERENÇA, OU SE É LIVRE DE ESPÍRITO TAMBÉM NÃO NOS LIVRA DO VAZIO QUE DE TEMPOS EM TEMPOS NOS ACOMPANHA EM ALGUMA "BLUE NOTE"
TODOS OS CLIMAS NO PLANETA
TODOS OS CLIMAS NO CORPO
TODOS OS SENTIMENTOS
SENTIDOS FAZEM....NESSE LAMENTO
5 de nov. de 2010
29 de out. de 2010
ART&BAR 28/10/2010
IF YOU LIKE My STORY, IF YOU DON'T I'M SORRY
VER AS COISAS POR OUTRO LADO
DE OUTRO ÂNGULO
PARAR POR INSTANTE DURADOURO
O SUFICIENTE PARA SOLTAR ALGUNS PÁSSAROS PRESOS EM NOSSAS MENTES
A ENERGIA QUE SEGUE É ALGO INDESCRITÍVEL, É SÓ ESTANDO LÁ PARA CRER.
O RUFAR ODS TAMBORES É UM TOM PEDINDO ATENÇÃO, ENQUANTO O MANTRA
ORQUESTRADO POR DEDOS E TECLAS DE CORPOS PRESOS E MENTES SOLTAS
INTERCALADOS COM UIVOS AGUDOS DAS CORDAS CRIANDO SOLOS...
OLHOS OLHARES DANÇAS E VOZES.
SIM, A MÚSICA!O PALCO E TODAS AS ESTRELAS.
SHINE
VER AS COISAS POR OUTRO LADO
DE OUTRO ÂNGULO
PARAR POR INSTANTE DURADOURO
O SUFICIENTE PARA SOLTAR ALGUNS PÁSSAROS PRESOS EM NOSSAS MENTES
A ENERGIA QUE SEGUE É ALGO INDESCRITÍVEL, É SÓ ESTANDO LÁ PARA CRER.
O RUFAR ODS TAMBORES É UM TOM PEDINDO ATENÇÃO, ENQUANTO O MANTRA
ORQUESTRADO POR DEDOS E TECLAS DE CORPOS PRESOS E MENTES SOLTAS
INTERCALADOS COM UIVOS AGUDOS DAS CORDAS CRIANDO SOLOS...
OLHOS OLHARES DANÇAS E VOZES.
SIM, A MÚSICA!O PALCO E TODAS AS ESTRELAS.
SHINE
14 de out. de 2010
ELEIÇÕES 2010
A prova de que o assistencialismo só ilude, põe o peixe na boca, sem anzol, sem escamas, sem espinhos...
Se você pensa que dar alimento a todos de graça resolve o problema, então leia abaixo e reflita.
Espero que você saiba a diferença entre MOTIVAÇÃO E INCENTIVO.
NO NORDESTE: 500 mulheres do Bolsa Família rejeitam emprego em indústria têxtil. As novas costureiras só aceitariam o emprego se o pagamento fosse por fora, ou seja, na informalidade.O SID têxtil (Sindicato da Indústria Têxtil) em parceria com o Governo do Estado cearense ofereceu recentemente um curso de formação para costureira, exclusivamente para as mulheres inscritas no programa Bolsa Família do Governo Federal. Foram ofertadas 500 vagas para o curso, e após o término a pessoa já tinha uma vaga de emprego garantida na empresa, inclusive com carteira assinada, mas as beneficiadas pelo programa social não aceitaram a proposta, pois, não arriscariam perder o incentivo do presidente.
Segundo informações, o sindicato da indústria têxtil do Ceará firmou um acordo com o Governo daquele Estado, para coordenar um curso para formar costureiras, e em contra partida, o governador Cid Gomes (PSB) exigiu que a formação atendesse o grupo de 500 mulheres que recebem o Programa Bolsa Família.
Negociação
As informações foram prestadas por Thiago Damião, membro do SID têxtil. E informou também que a negociação entre o governo cearense e o sindicato foi nos seguintes termos: O Estado entrou com os recursos, o SENAI com a formação das costureiras, e o sindicato com o compromisso de enviar o cadastro das formadas as inúmeras indústrias do setor para dar emprego as novas costureiras.
O curso teve duração de 120 horas aula. Os cadastros foram entregues as empresas que se prontificaram para efetuarem as contratações, mas para a surpresa do sindicato, das 500 costureiras que participaram do curso nenhuma delas aceitou o emprego, por que ao assinar a carteira de trabalho elas perderiam o Bolsa Família.
Em média, a família carente do Nordeste, recebe R$ 90,00 do benefício social do Governo Federal, e o emprego que as empresas cearenses ofereceram era de 1 salário mínimo, R$ 510,00, com carteira assinada.
Segundo Damião, as novas costureiras só aceitariam o emprego se o pagamento fosse por fora, ou seja, na informalidade.
DIÁRIO DO SERTÃO com SECOM
É fácil assim, vamos resolver o problema da Educação, vamos entupir as Universidades, conseguir bons números e péssimas qualificações, as provas de final de curso são uma vergonha, mas tudo se maquia...30% dos alunos não deveríam estar lá e 50% dos professores também não. E de fato eles não estão lá, 4 horas se transformam em 1 h efetiva de aula.
Se você pensa que dar alimento a todos de graça resolve o problema, então leia abaixo e reflita.
Espero que você saiba a diferença entre MOTIVAÇÃO E INCENTIVO.
NO NORDESTE: 500 mulheres do Bolsa Família rejeitam emprego em indústria têxtil. As novas costureiras só aceitariam o emprego se o pagamento fosse por fora, ou seja, na informalidade.O SID têxtil (Sindicato da Indústria Têxtil) em parceria com o Governo do Estado cearense ofereceu recentemente um curso de formação para costureira, exclusivamente para as mulheres inscritas no programa Bolsa Família do Governo Federal. Foram ofertadas 500 vagas para o curso, e após o término a pessoa já tinha uma vaga de emprego garantida na empresa, inclusive com carteira assinada, mas as beneficiadas pelo programa social não aceitaram a proposta, pois, não arriscariam perder o incentivo do presidente.
Segundo informações, o sindicato da indústria têxtil do Ceará firmou um acordo com o Governo daquele Estado, para coordenar um curso para formar costureiras, e em contra partida, o governador Cid Gomes (PSB) exigiu que a formação atendesse o grupo de 500 mulheres que recebem o Programa Bolsa Família.
Negociação
As informações foram prestadas por Thiago Damião, membro do SID têxtil. E informou também que a negociação entre o governo cearense e o sindicato foi nos seguintes termos: O Estado entrou com os recursos, o SENAI com a formação das costureiras, e o sindicato com o compromisso de enviar o cadastro das formadas as inúmeras indústrias do setor para dar emprego as novas costureiras.
O curso teve duração de 120 horas aula. Os cadastros foram entregues as empresas que se prontificaram para efetuarem as contratações, mas para a surpresa do sindicato, das 500 costureiras que participaram do curso nenhuma delas aceitou o emprego, por que ao assinar a carteira de trabalho elas perderiam o Bolsa Família.
Em média, a família carente do Nordeste, recebe R$ 90,00 do benefício social do Governo Federal, e o emprego que as empresas cearenses ofereceram era de 1 salário mínimo, R$ 510,00, com carteira assinada.
Segundo Damião, as novas costureiras só aceitariam o emprego se o pagamento fosse por fora, ou seja, na informalidade.
DIÁRIO DO SERTÃO com SECOM
É fácil assim, vamos resolver o problema da Educação, vamos entupir as Universidades, conseguir bons números e péssimas qualificações, as provas de final de curso são uma vergonha, mas tudo se maquia...30% dos alunos não deveríam estar lá e 50% dos professores também não. E de fato eles não estão lá, 4 horas se transformam em 1 h efetiva de aula.
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